A ONDA DE ASSALTOS EM FLORIANÓPOLIS

por Edivar Bedin em 11/11/2010
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Bastou a Capital catarinense virar alvo fácil de ladrões, para expor os problemas que envolvem a Segurança Pública e suas políticas de enfrentamento do crime.

Hoje 11 de Novembro de 2010 no Jornal Notícias do Dia (RIC) no caderno “Política” sob o título “Insegurança” o colunista Paulo Alceu, estampa a foto de uma viatura da Polícia Civil, com dois Soldados da Polícia Militar pendurados nas portas laterais. Em seu comentário diz que “o Estado é obrigado a oferecer um seviço de segurança, mas não atende nem as necessidades básicas“. Que o nosso Estado está “sendo invadido pela criminalidade, vinda dos presídios” e que, o narcotráfico faz de refém a população. Diz ainda que “é grande a deficiência de políticas de segurança” e isso gera “aumento do sentimento de insegurança paralelo a violência“. Para arrematar: “Está se tornando grave e assustador onde o esforço das autoridades revela que está abaixo do obrigatório”.
Tambem hoje, no Jornal A Notícia (RBS) no caderno “AN.Estado” sob o título “Sistema prisional – PGC espalhado por Santa Catarina” – o Secretário de Segurança, Delegado André Mendes da Silveira diz que “a onda de assaltos na grande Florianópolis foi ordenada por uma facção criminosa que age no sistema prisional“. Essa facção é conhecida por “Primeiro Grupo Catarinense” (PGC).  Em opinião, o Dep Federal eleito, Ronaldo Benedet, ex-Secretário de Segurança por oito anos, “considerou pouco provável que a facção criminosa tenha força para ordenar crimes fora das cadeias“. Completa, que “os autores dos assaltos, são jovens e sem passagens por unidades prisionais“. O responsável pelas cadeias, Secretário Justiniano Pedrozo “preferiu não comentar as declarações de Mendes da Silveira, no entanto ele sempre negou a existência da facção criminosa“. “O silêncio também foi adotado pelo diretor do Deap, Adécio José Velter“.

DIAGNÓSTICO: A culpa dos assaltos que ocorrem na grande Florianópolis seria do pessoal do “PGC” que está hospedado na penitenciária de São Pedro de Alcântara e em outras, de SC.

É isso. ISSO é política da segurança pública. (…)  por enquanto é só.
Por absoluta falta de tempo, vou retomar o assunto depois, com mais tempo, veremos se consigo responder ao inevitável “TÁ BOM.. E DAÍ? E AGORA?”


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